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domingo, 13 de julho de 2008

Fwd: Driblando a adversidade



 
 
Momento Espírita - em casa

Driblando a adversidade

        A capacidade do ser humano de superar adversidades é inacreditável. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda não descobriu tudo de que é capaz.

        Também nos servem de exemplos para nossas próprias vidas. Um desses é o pianista João Carlos Martins.

        Começou a estudar piano aos 8 anos de idade. Após 9 meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach de São Paulo. Um prodígio.

        Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.

        Dedicou-se à obra de Bach.

        No auge da fama, sofreu um grande revés. Jogando futebol, sua outra paixão além da música, caiu sobre o próprio braço. O acidente o privou dos movimentos da mão.

        Para qualquer pessoa, uma tragédia. Para ele, um desastre total. Mas não se deu por vencido.

        Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sessões de fisioterapia, injeções na palma da mão.

        E voltou ao piano e às melhores salas de concerto. Com dor e com paixão.

        Mas a persistência de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, vítima de um assalto na Bulgária, foi violentamente agredido.

        Como conseqüência, teve afetado o movimento de ambas as mãos.

        Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou às salas de cirurgias e à fisioterapia.

        Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a seqüela das lesões venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas mãos.

        Era o fim de um pianista.

        Afastou-se do piano, não da sua grande paixão, a música.

        Aos 63 anos de idade, ele foi estudar regência. Dois anos depois regeu a  Orquestra Inglesa de Câmara, em Londres.

        Em um concerto, em São Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.

        Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a página da partitura.

        A platéia rompeu em aplausos.

        Mas João Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o público, naquela noite.

        Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas três dedos que lhe restaram, ele tocou uma peça de Bach.

        A Ária da Quarta Corda foi originalmente escrita para violino. É uma peça musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.

        Bom, Martins a executou ao piano com três dedos.

        E, embora não fosse a sua intenção, a impressão que ficou no ar é que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a  grandeza de João Carlos Martins.

                                                        *   *   *

        Como Martins, existem muitos exemplos.

        Criaturas que têm danificado seu instrumento de trabalho e dão a volta por cima, não se entregando à adversidade.

        Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audição e, nem por isso deixando de compor.

        De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla deficiência a conseguir um título universitário.

        Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.

        Pense nisso e não se deixe jamais abater porque a adversidade o abraça.

        Pense: você a pode vencer. Vença-a.

Redação do Momento Espírita com base na biografia de João Carlos Martins, colhida em pt.wikipedia.org.wiki/joão_carlos_martins.
Em 03.07.2008.






--
Eliestrel@

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Se Deixares!


Se deixares...
Direi-te dos meus sonhos
Sobre muitos planos
Talvez até me recorde
Alguns que já esqueci
Direi-te das minhas incertezas
Muito mais das certezas
Direi por onde passei
De tudo que já vivi
Talvez queiras saber
Das muitas lágrimas que chorei
Das dores que escondi
Das saudades que guardei
Do amor ido; Que chorei
Dos caminhos traçados
Jamais caminhados

Se deixares...
Talvez nada disso direi
Vou falar-te do cheiro das flores
Do brilho das cores
A estrela mais bela entre tantas
Sobre o tempo e coisas banais
Deixando de lado os ais
Darei-te um sorriso
Contarei de amores bonitos
Farei-te uma festa
Ao som do violão uma seresta

Se deixares...
Nada direi talvez
Apenas deixarei que sintas
Meu olhar no teu
Meu peito arfante
O coração batendo descompassado
Deixando de lado o cuidado
Entregando-se ao calor de um abraço
Por tanto tempo esperado
Se Deixares...

By: Eliete A. S. Bezerra
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